quinta-feira, 16 de agosto de 2007

OLHOS DE AZEITONA (seg.)

Tinha pensado neste repouso ansiado, chegado com as férias de verão, de repousar também a pena, sem tempo e sem volta, mas não consigo, e para todos aqueles que na sua visita a este blog desfrutaram do prazer da leitura dos olhos de azeitona, ou não, atrevo-me a escrever e postar algo mais dedicado a esses olhos belos e irreais que em sonhos nos libertam:




Olhos de azeitona,
Inquietantes
Quem te olha
Não mais esquece esse sorriso
Deslumbrante
Esse fogo que nos aquece

Essa tua maneira gaiata
De dizer olá
Presente como sempre
A saudade ausente
Pedindo repetidamente
…Hoje não vás

Todos os dias diferente
E sempre renascida
A saudade começa aqui
Moendo lentamente
Sentindo esse olhar
Fugaz e penetrante
Resgatar-te a esse teu mar
Devolvendo-te à minha vida


16/08/2007 sfsousa

2 comentários:

Sandra Alves disse...

Não imaginas o qt faz sentido para mim este poema... para mim, q tenho uns olhos de azeitona para aconchegar e sossegar... q me veneram a todo o instante... q pedem carinho e atençao... olhos carentes e incautos, desejosos de paz...

SA

Anônimo disse...

Serafim tal como a Sandra, eu que também tenho olhos cor de azeitona, fiquei deliciada. A tua inspiração está em alta, continua amigo. F. O