sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
É NATAL
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Mar
06/12/2009 – uma visita à praia da Granja/Aguda em dia cinzento de arrepiar e mar violento enraivecido (Eu, Delfina, Germano, Luísa)
Mar,
sábado, 5 de dezembro de 2009
Tua foto na noite

sexta-feira, 13 de novembro de 2009
e assim ...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Escuto teu corpo
Escuto teu corpo em silêncio
e em silêncio me vou deixando ir
nessa força que me dá vida
eu quero ficar sem partir
perseguindo minha sina
em silêncio fico
não te procuro
mas sempre te encontro
escutando teu amor em meu silêncio
em teu silêncio meu amor escuto
Sfsousa/olharomar
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Já fui
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Respiro o vazio
sábado, 5 de setembro de 2009
Me tocaste

me tocaste
nos meus sonhos
como se teus sonhos
me beijassem
me tocaste com a luz
que te ilumina
e meus olhos perseguem,
me tocaste com esse ar
sereno e só
nas rimas dos teus versos escondidos
tocando de leve
me amaste
com uma parte de ti
que procura
uma breve e doce loucura
com teus versos de amor
me tocaste
Sfsousa/olharomar
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sinto a falta

segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Já não há
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Olho o mar...

No outro lado do oceano
Nas mesmas águas transparantes
E vivas que nos chamam
Fecho os olhos
E as lágrimas de meus olhos
Em mar se transformam
Na esperança vã
Que alguma das ondas
Que te envio
Recolha pedaços teus
E regresse através desse oceano
De ondas revoltas
Mas de dádivas imensas
E eu marinheiro perdido
Recolha em meus olhos
As tuas lágrimas ao mar derramadas
E nessa imensidão perdidas
Sfsousa/olharomar
foto de Antonio Cravo
sábado, 1 de agosto de 2009
Olho o mar

Olho para o mar
e nele navego
meus pensamentos inquietos
de marinheiro sem porto,
Vejo entre a turbulência
das águas
a limpidez da tua pele
esvoaçando carícias
na serenidade dos teus olhos
e qual marinheiro sem navio
navego nas águas
que te dão vida
e num acordar que não pedi
te acompanho ao largo
Sfsousa/olharomar
sexta-feira, 24 de julho de 2009
QUE...
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Que....
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O fogo final

domingo, 12 de julho de 2009
a musica e a alegria

Ao fundo o palco montado
esperando a actuação dum grupo de musica de baile,
sobejamente conhecido da maioria das pessoas,
de nome artístico Diapasão,
a praça ondulava com esse mar de gente
que bailava aqui e ali,
acotovelando-se e sorrindo,
enquanto outros chegavam com a pressa imensa
de se poderem lançar um passo de dança
antes que a música se acabe
E chegou imensa gente, pessoas de todos os lados,
gente de todas as profissões e estratos sociais,
todos dançando ou se mexendo, dando asas à sua alegria,
por momentos desprendidos do peso do trabalho ou obrigação,
dançando sem medo ou receio de se perder num passo de dança
ou trocar seus passos
…é a dança popular no seu melhor.
A música surgindo em catadupa,
cantor quase sem sossego e voz sem descanso
soltando essa música que entra no ouvido
e obriga o corpo a mexer,
embalando a vontade de dançar,
Nota-se em muitos casais a vontade de participar,
olhando-se nos olhos e movendo o corpo
como se seu corpo atraísse o outro corpo,
desejoso da dança e do movimento
Não escapando imune a esta magia e confusão,
agarro na Delfina com uma mão,
puxo seu corpo e rodopio no meio de tantos corpos,
encostando a minha cabeça à sua,
tentando acertar meu passo com a música e com o coração,
bailamos levemente enquanto a música toca,
os pés parecendo não tocar o chão,
os corpos aconchegados nesse amor
que nos agarra e funde
...até se acabar a canção.
Sfsousa/olharomar
sábado, 11 de julho de 2009
O cair da noite
.jpg)
As pessoas regressando a sua casa,
esperam o cair da noite para de novo se largarem na rua
e desfrutar desta festa de encerramento com perspectivas de alegria no seu seio
e eis que a noite se aproxima,
as luzes e os arcos festivos iluminam as ruas que cercam a igreja matriz
e nos faz sentir que o dia roubou um dia ao seu descanso
e nesta data nos cobre de luz.
Todas as ruas convergem para o adro da igreja onde está o palco montado
e as barracas de venda de bugigangas, brinquedos e balões
animam a criançada,
as barracas de farturas e doces regionais
fazem as delícias dos adultos.
Mais longe os carrosséis rodopiam
em corridas psicadélicas e música estonteante
escondendo o barulho dos seus movimentos
e as crianças reclamando aos pais,
puxando das saias às mães
fazendo birras ou pedindo todo o tipo de atenção para poderem,
nem que seja por uma vez, rolar no carrossel de cores brilhantes,
que neste dia nos remete a outras vidas e passado de recordações.
No adro da igreja, perto da entrada da antiga casa paroquial,
uma tômbola tenta vender artigos oferecidos pelos paroquianos
na ânsia da angariação de fundos para a realização das obras da igreja,
que neste momento e com este pároco
começam a tomar forma e a serem realizadas,
na tentativa de recuperar os salões da Cripta,
palco de sempre das varias formas de cultura que despontavam na freguesia
e de intensa actividade cultural aí realizada,
até há bem pouco esquecida.
Sfsousa/olharomar
foto de Julio Lemos
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Outras faces da devoção

Chega a religiosidade terrena,
o palio albergando o padre e a divindade,
as pessoas se baixando, ajoelhando,
quando o discípulo do Senhor passa,
sua devoção demonstrando
numa clara manifestação de fé
e de respeito ancestrais
Um pouco atrás
as figuras representando as forças ditas vivas da freguesia e do concelho,
outras ainda tentando via eleições,
se acomodarem aos lugares públicos
e manter os seus rendimentos e tachos,
algumas definhadas,
mas tentando neste dia mostrar algum alento,
sobretudo os políticos já que as eleições autárquicas se aproximam
e há que se apresentar ao povo neste dia
para se tornarem notados e vivos,
na tentativa de anestesiar a memoria das pessoas,
mesmo que nos últimos anos se tenham sobejamente esquecido delas,
da vila, dos melhoramentos e da qualidade de vida,
e sorriem para o povo que cerca a procissão,
sorriem para um lado e para o outro,
para as pessoas que nas varandas das casas
vão acenando sem os reconhecer,
são sorrisos amarelos,
sem uma ponta de seriedade ou confiança,
sorrisos vazios de verdade e de esperança
e nesta mentira envergonhada
alguns pedroenses vão virando a cabeça e sorrindo
num gesto de desinteresse patente,
outros, saudando-os
como se a importância de estar perto dum politico
e manifestar qualquer tipo de cumplicidade e dedicação,
fosse o alfa e o ómega da sua existência.
A terminar surge a banda de música da terra,
com os acordes e melodia conhecida de todos,
sempre igual, nesta marcha repetida,
mas que sempre nos toca pois é a procissão da vila
e a homenagem ao nosso santo padroeiro
que uma vez por ano desperta
abraçando sua terra e sua gente,
recolhendo suas homenagens e suas dádivas.
A procissão passou e os santos recolheram ao seu refúgio,
cumprindo a sua obrigação de religiosidade e, se retirando,
voltam de novo ao seu sono celestial,
recuperando forças para receber os pedidos de todos os devotos
e poder em descanso eterno, voltar de novo para o ano,
com nova pujança e com nova esperança
que a humanidade dê a mão
e não desperdice sua vida e seu amor.
sfsousa/olharomar
foto de Karina Bertoncini
quarta-feira, 1 de julho de 2009
2009-06-29 noite lírica em S. Pedro da Cova
sexta-feira, 26 de junho de 2009
LUA....
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Que....
Que todas as manhãs acordem
Com sinais de esperança
ao final da tarde
Metade de mim
é poesia,
a outra metade
verdade
E a mulher que amo
ao longe
Sinta esta tranquilidade
Metade de mim
sendo vida,
a outra metade
é saudade
Sfsousa/olharomar