
Depois do jantar habitual e regular com os amigos, eis que chego a casa, tarde por sinal, cansado mas com vontade de algo escrever e com todos na cama, me dou comigo a divagar, sem saber o quê mas a escrever e, de algumas coisas escritas, que ficarão por postar, aqui vai o primeiro, realizado por volta da 01:20 deste novo dia que se avizinha, 25 deMaio, cinzento e negro, de chuva bafejado, mas não esmoreço e antes de me deitar eis que ganho coragem e finalmente escrevo e aqui posto parte do que agora escrevi, o resto certamente será postado, um dia...
Gostava de falar de amor,
daquele amor que não se vê,
nem se pode esquecer,
daquele amor que não sabemos como
mas ele aparece,
aparece sem que te apercebas,
aparece sem saberes que existe,
é esse amor que um dia quando sais de ti
encontras na rua,
no sorriso de todos,
em cada gesto desprendido,
é amor quando não passas nesta calçada
mas eu oiço teus passos,
esse amor que nos toca a todos
e não é possível recusar,
é amor de musica composto
sem saber que notas tocar
sfsousa/olharomar