sexta-feira, 19 de março de 2010
Dia do pai, 19 de Março – TERNURAS
sábado, 6 de março de 2010
Festival do Chocolate em Óbidos
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
hoje eu quero

Hoje eu quero
rir do medo que nos afaga
iludindo o sentimento,
Hoje eu quero
soltar borboletas na primavera
e o coração no vento
Hoje eu quero
inventar amor nas palavras suadas
com o estio do meu corpo
Hoje eu quero
mergulhar os pés na areia
deixar que a maré tome conta de mim
e…perdoar
…hoje eu quero
sfsousa/olharomar
sábado, 30 de janeiro de 2010
Memórias da viagem ao Alentejo (1)
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Escrevi teu nome
escrevi teu nome
navegando nos olhos das luas que me perseguem
escrevi teu nome
e nos meus anseios regados de sangue
escrevi teu nome
e no batel de esperança dos sonhos que não esqueço
escrevi teu nome
Sfsousa/olharomar
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Fim semana no Alto Alentejo
28/29 Dezembro 2009
Uma viagem pelo nosso Alentejo, hoje pleno de chuva e de castelos de encantar, de lendas e batalhas reais nas planícies a perder de vista, verdes e serenas, com as suas searas à espera de dançar inebriadas quando o sol desponte e o vento se solte.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Meu ano novo
deixa-me
mergulhar nesses abraços
que ficaram no ano que finou
traz-me
as boas lembranças
que os sentimentos não tolheram
e desfralda o olhar
nas memórias das velas recolhidas
quando o mar arrependido
em maré calma se transformar
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
É NATAL
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Mar
06/12/2009 – uma visita à praia da Granja/Aguda em dia cinzento de arrepiar e mar violento enraivecido (Eu, Delfina, Germano, Luísa)
Mar,
sábado, 5 de dezembro de 2009
Tua foto na noite

sexta-feira, 13 de novembro de 2009
e assim ...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Escuto teu corpo
Escuto teu corpo em silêncio
e em silêncio me vou deixando ir
nessa força que me dá vida
eu quero ficar sem partir
perseguindo minha sina
em silêncio fico
não te procuro
mas sempre te encontro
escutando teu amor em meu silêncio
em teu silêncio meu amor escuto
Sfsousa/olharomar
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Já fui
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Respiro o vazio
sábado, 5 de setembro de 2009
Me tocaste

me tocaste
nos meus sonhos
como se teus sonhos
me beijassem
me tocaste com a luz
que te ilumina
e meus olhos perseguem,
me tocaste com esse ar
sereno e só
nas rimas dos teus versos escondidos
tocando de leve
me amaste
com uma parte de ti
que procura
uma breve e doce loucura
com teus versos de amor
me tocaste
Sfsousa/olharomar
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sinto a falta

segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Já não há
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Olho o mar...

No outro lado do oceano
Nas mesmas águas transparantes
E vivas que nos chamam
Fecho os olhos
E as lágrimas de meus olhos
Em mar se transformam
Na esperança vã
Que alguma das ondas
Que te envio
Recolha pedaços teus
E regresse através desse oceano
De ondas revoltas
Mas de dádivas imensas
E eu marinheiro perdido
Recolha em meus olhos
As tuas lágrimas ao mar derramadas
E nessa imensidão perdidas
Sfsousa/olharomar
foto de Antonio Cravo
sábado, 1 de agosto de 2009
Olho o mar

Olho para o mar
e nele navego
meus pensamentos inquietos
de marinheiro sem porto,
Vejo entre a turbulência
das águas
a limpidez da tua pele
esvoaçando carícias
na serenidade dos teus olhos
e qual marinheiro sem navio
navego nas águas
que te dão vida
e num acordar que não pedi
te acompanho ao largo
Sfsousa/olharomar
sexta-feira, 24 de julho de 2009
QUE...
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Que....
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O fogo final

domingo, 12 de julho de 2009
a musica e a alegria

Ao fundo o palco montado
esperando a actuação dum grupo de musica de baile,
sobejamente conhecido da maioria das pessoas,
de nome artístico Diapasão,
a praça ondulava com esse mar de gente
que bailava aqui e ali,
acotovelando-se e sorrindo,
enquanto outros chegavam com a pressa imensa
de se poderem lançar um passo de dança
antes que a música se acabe
E chegou imensa gente, pessoas de todos os lados,
gente de todas as profissões e estratos sociais,
todos dançando ou se mexendo, dando asas à sua alegria,
por momentos desprendidos do peso do trabalho ou obrigação,
dançando sem medo ou receio de se perder num passo de dança
ou trocar seus passos
…é a dança popular no seu melhor.
A música surgindo em catadupa,
cantor quase sem sossego e voz sem descanso
soltando essa música que entra no ouvido
e obriga o corpo a mexer,
embalando a vontade de dançar,
Nota-se em muitos casais a vontade de participar,
olhando-se nos olhos e movendo o corpo
como se seu corpo atraísse o outro corpo,
desejoso da dança e do movimento
Não escapando imune a esta magia e confusão,
agarro na Delfina com uma mão,
puxo seu corpo e rodopio no meio de tantos corpos,
encostando a minha cabeça à sua,
tentando acertar meu passo com a música e com o coração,
bailamos levemente enquanto a música toca,
os pés parecendo não tocar o chão,
os corpos aconchegados nesse amor
que nos agarra e funde
...até se acabar a canção.
Sfsousa/olharomar
sábado, 11 de julho de 2009
O cair da noite
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As pessoas regressando a sua casa,
esperam o cair da noite para de novo se largarem na rua
e desfrutar desta festa de encerramento com perspectivas de alegria no seu seio
e eis que a noite se aproxima,
as luzes e os arcos festivos iluminam as ruas que cercam a igreja matriz
e nos faz sentir que o dia roubou um dia ao seu descanso
e nesta data nos cobre de luz.
Todas as ruas convergem para o adro da igreja onde está o palco montado
e as barracas de venda de bugigangas, brinquedos e balões
animam a criançada,
as barracas de farturas e doces regionais
fazem as delícias dos adultos.
Mais longe os carrosséis rodopiam
em corridas psicadélicas e música estonteante
escondendo o barulho dos seus movimentos
e as crianças reclamando aos pais,
puxando das saias às mães
fazendo birras ou pedindo todo o tipo de atenção para poderem,
nem que seja por uma vez, rolar no carrossel de cores brilhantes,
que neste dia nos remete a outras vidas e passado de recordações.
No adro da igreja, perto da entrada da antiga casa paroquial,
uma tômbola tenta vender artigos oferecidos pelos paroquianos
na ânsia da angariação de fundos para a realização das obras da igreja,
que neste momento e com este pároco
começam a tomar forma e a serem realizadas,
na tentativa de recuperar os salões da Cripta,
palco de sempre das varias formas de cultura que despontavam na freguesia
e de intensa actividade cultural aí realizada,
até há bem pouco esquecida.
Sfsousa/olharomar
foto de Julio Lemos










